terça-feira, 28 de março de 2017

Visão Sobre o Barreiro

Olá Pessoal! 😁
Hoje venho aqui partilhar a minha visão sobre a cidade onde nasci, cresci e ainda resido.
Quando se fala em Barreiro lembro-me da minha feliz infância em jardins e em tempos que ainda se podia brincar na rua, em que os perigos eram cair e esfolar um joelho. Belos tempos.



A cidade do Barreiro hoje, e digo o que sei que muitos pensam, é uma cidade de abandono, degradação e poluição. O que os meus amigos da minha idade pensam, e com razão, é sair desta cidade o mais depressa possível.

Vamos começar!
Como geocacher visito muitas vezes os concelhos vizinhos, e o que noto mais e que pouco há na nossa cidade são espaços verdes. Vamos falar sobre os espaços verdes no Barreiro. Temos alguns, é verdade. Temos o Parque Catarina Eufémia, que pouco ou nunca é tratado, onde a relva já quase não existe e os arbustos parecem algo plantado para ninguém fugir dali, como se alguém estivesse ali preso. 
Há o Parque da Cidade que vai igualmente estando degradado, servindo apenas para os eventos que de vez em quando se lembram de os realizar. As casas de banho estão fechadas, os cafés estão fechados, o lago é verde... 



Existe o Jardim conhecido como "4 cantinhos" que é caso para dizer que se encontra num estado vergonhoso. Chão a saltar, ervas daninhas, já não há relva, lixo em tudo o que é canto.
E temos o melhorzinho que se encontra na Avenida Bento Gonçalves (para nós Avenida da Praia), que sofreu obras e mantém o seu espaço verde, e o Passeio Augusto Cabrita foi sem dúvida uma lavagem de cara nesta avenida, com uma ciclovia e tornou-se num espaço à beira mar bastante agradável para uns passeios em dias de sol.
Falta ainda o pequeno jardim do Bairro Ferroviário em que os arbustos já nem folhas têm, apenas ramos.
Com tantas obras e tudo mais, o que é que a autarquia terá a dizer sobre isto? Provavelmente o "não tenho dinheiro"



Valha-nos a Mata da Machada, que tem umas belas mesas de picnic  com uns grelhadores todos jeitosos. Ah... espera lá... e as casas de banho?! Não há! "Há aqui muito mato a casa de banho não faz falta". Construiu-se uma casinhota, que ninguém sabe muito bem o que é nem para o que serve. Mas a retrete não é necessária! E o lixo? Frequento com bastante frequência a Mata da Machada e na semana passada estive lá a almoçar e reparo que o mesmo caixote do lixo continua a abarrotar e com os mesmos sacos de há um mês atrás. E a recolha de lixo neste locais? Só quando há eventos!

Agora falemos das obras.
Nos últimos anos temos visto obras pelas mais diversas ruas do Barreiro. A Avenida Bento Gonçalves sofreu uma "lavagem" total. Nova estrada, ciclovia, modificação dos lugares de estacionamento. Ma e aquelas lombas que mais parecem minas que estão ali enterradas? "O autocarro avariou... bateu no chão". Uma estrada em que andas a mais de 30 km/h é um suicídio para o carro. Se calhar é melhor mandar o orçamento das suspensões do carro para a Câmara Municipal ou para o engenheiro destas belas obras. 



Falemos agora da Rua Miguel Pais, que já tem uma cratera nuclear mesmo junto ao Bola 9 e, tal como a rua anterior, lombas igualmente exageradas.
E a Rua Heliodoro Salgado é a que me espanta mais. Nunca, em 23 anos, tinha visto esta rua inundada. Depois das obras, e ao ver que a rua em vez da típica inclinação para o escoamento da água, estava toda a direito, seria de esperar o que iria acontecer. Basta uma pequena quantidade de chuva para a rua ficar inundada. E pintar os lugares de estacionamento? Não vale a pena porque já toda a gente sabe como se há de estacionar. Mas como o estacionamento do bom português é "fica assim e que se lixe" também não há motivo para muita preocupação.



E falando das obras mais recentes na Travessa do Guedes (para a malta mais antiga do Barreiro, Mercantil), que demoraram uma semana (ou mais!) a alisar o terreno e a pôr gravilha que com as chuvadas de Abril vai voltar tudo ao mesmo. Mas limpar a zona e remover as ervas sobrenaturais que ali estão não é necessário. Para quê? Vai crescer outra vez. O pior de tudo foi as máquinas que usaram para estas obras. Eu passo a explicar: eu estava a almoçar em casa da avó quando todo o edifício começa a tremer e a loiça a tilintar como se de um sismo se tratasse. Junto a edifícios em risco de ruir! Mas esta gente não tem noção dos perigos? Há uma habitação nesta mesma rua cuja varanda se encontra em perigo eminente de ruir. A protecção civil colocou lá uma fitas de protecção que passados dois ias já lá não estavam, mas vamos fazer obrar e abanar com esta gente toda para ver se alguém leva com uma pedra na cabeça.



E já que estamos numa de falar de degradação e começando pelo Barreiro Velho. Uma zona história da cidade, que deveria ser tratada está completamente ao abandono e o património municipal, como as típicas casas com azulejos, foram esquecidas.
Os moinhos de Maré (Pequeno, Grande, do Brancamp e do Cabo) poderiam ser restaurados e requalificados (há inclusivamente umas placas com desenhos a dizer "poderia ser assim". Um bem haja a quem teve essa ideia) mas estão a dar o seu último suspiro para caírem de vez. O Moinho de Maré Grande podia ser perfeitamente um pequeno espaço de lazer ou até mesmo um Museu da Água, como sugerido pelo autor da placa. 
O Moinho de Maré do cabo poderia ser arranjado e ser transformado em miradouro, por exemplo. Este moinho até se encontra com uma vista privilegiada para o Barreiro e concelhos vizinhos, e pode-se observar várias espécies de aves.



Há pouco tempo, e claro durante um passeio geocachiano, visitei um moinho no Seixal e foi restaurado e transformado em museu, com informações bastante úteis e que nos dá a oportunidade de adquirir novos conhecimentos. Esse moinho recebe também diversas exposições. E no Barreiro? Vamos deixar tudo cair e o entulho ficará no rio para toda a eternidade.
O Moinho de Maré do Braacamp poderia muito bem de servir de um pequeno museu sobre as fábricas que existiram junto a este mesmo moinho e sobre a industria fabril no Barreiro (mais um exemplo). 

O Moinho de Maré Pequeno poderia servir para uma galeria de arte ou um pequeno espaço de convívio.



Falemos agora da minha zona favorita do Barreiro, onde eu ia andar de bicicleta todos os dias com o meu avô a ver os barcos e os comboios a passar. A estação Ferroviária Sul e Sueste é só um dos muitos exemplos de arquitectura de séculos passados e um exemplar bastante bonito. Eu sei isto porque cheguei ali a apanhar o comboio para Évora várias vezes e a estação só foi desactivada em 2006 ou 2008. Sempre se falou que iria ser um museu.... mas as chapas já caíram, bocados de parede cederam, e nada de museu. Se todas estas ideias fossem aplicadas já viram como o Barreiro seria um bom ponto de turismo e o quanto iria render em dinheiro? Além do mais um museu sobre a CP e a história dos comboios seria também algo bastante interessante.

Todo aquele troço serve apenas para as pessoas estacionarem os seus carros quando vão trabalhar. Um estacionamento remodelado também já era de valor.



E o Palácio do Coimbra que, segundo sei, não tem dois mas sim três andares. Cave, rés-do-chão e primeiro andar. Pelo que ouvi dizer, o R/C servia para o comércio e o primeiro andar era área residencial.

E os Moinhos de Vento de Alburrica e do Jim que só abrem uma vez por ano?

Estes são apenas alguns exemplos do abandono e degradação existentes no Barreiro.



Falemos agora da poluição. Algo que sempre me fascinou foi o Dia B. Munícipes todos unidos a limparem a porcaria que fazem nos outros 364 dias do ano. Sim, a autarquia tem alguma culpa em não manter os espaços limpos, mas a culpa é maioritariamente de quem cá reside que está constantemente a atirar lixo para o chão. Há coisa de um mês vi algo que me deixou estúpida e revoltada ao mesmo tempo. Na prática de Geocaching observo uma senhora que vem com uma revista na mão. Isto ocorreu junto à antiga estação ferroviária. Eu estava na minha vidinha e junto a mim estavam outras duas pessoas também na vida delas e eis que, para meu espanto (nem sei porquê, já deveria estar habituada) a mulher aproxima-se da muralha e atira a revista para o rio. Passou-me todas as palavras diabólicas pela cabeça para chamar àquela criatura, mas infelizmente mantive-me calada e segui o meu caminho.
É ridículo como o nosso país e, neste caso especifico, o Barreiro têm destas coisas constantemente. Belos tempos em que havia policia municipal!  



Agora que se fala nisso, e a poluição visual? Vão sendo escassos os edifícios no barreiro que não tenham um rabisco ridículo, de gente que se sente importante, nas paredes. O edifício da câmara começa a parecer um logbook, de tantas assinaturas que tem. 
Os murais de graffitis no Barreiro dão outro aspecto à cidade, pois dão, mas também ao que parece passam a mensagem de "isto é arte, eles podem eu também posso". E assim vai estando tudo com assinaturas às cores nesta cidade.
Mas quanto à estupidez humana só há uma solução, mas vai ficar guardada para mim. Porque hoje em dia vale estacionar o mais perto possível de casa, mesmo que isso inclua estacionar o carro em cima do passeio com um lugar de estacionamento mesmo ao lado, estacionar em cima de passadeiras, deixar dejectos dos patudos no chão, deitar lixo para o chão... porque o ser humano hoje em dia só tem direitos e não tem deveres. Não queriam ler isto? Mas lêem! Porque a cidade do Barreiro é uma cidade suja e poluída por causa de vocês, cidadãos! E quando forem votar nestas próximas autárquicas, não pensem no que é que o vosso presidente pode fazer pela cidade, mas sim o que vocês podem fazer por ela. A autarquia tem culpas? Tem, mas nós temos grande parte das culpas.



Agora coisas boas no Barreiro... são escassas! Felizmente existem espaços verdes, poucos e mal tratados mas existem. E algo que me agrada bastante no Barreiro é a agenda cultural. Além de sempre preenchida, há uma variedade de espectáculos e para todos os gostos no Auditório Municipal Augusto Cabrital. Valha-nos isso! Afinal este não foi mais um mono que aí ficou.
Sinceramente acho que é só.



Até à próxima! 😀

segunda-feira, 27 de março de 2017

Listings: Touro Bravo

Olá Pessoal! 😄
Não sei se vocês são, ou não, amantes de touradas. Eu pessoalmente não gosto, mas há sempre coisas interessantes para descobrir.



Touro Bravo

O touro, também chamado de touro bravo, designa as espécies masculinos bovina que desenvolveram uma população heterogénea, seleccionados e são criados para uso em diferentes touradas, como touro ou touros. Vêm de raças locais da Península Ibérica, conhecida como "tronco ibérico", que desde tempos imemoriais levou as formas mais primitivas de touradas. Caracteriza-se por instintos atávicos de defesa e temperamentais, resumidas no "bravura" e os atributos físicos, tais como grandes chifres para a frente, são uma locomotiva poderosa.

Pega

Após a lide do touro pelo cavaleiro tauromáquico é comum entrar em cena o "Peão de Brega" (figura subalterna do Cavaleiro, que tem como função posicionar o toiro da melhor forma, seja para a lide a cavalo ou para a pega ) que efectua algumas manobras com um capote posicionando o toiro, normalmente junto às tábuas, de forma a que o Grupo tenha espaço para o pegar. De seguida entram em cena os forcados. Os forcados são um grupo amador que enfrenta o touro a pé com o objectivo de conseguir imobilizar o touro unicamente à força de braços. Oito homens entram na arena, sendo o primeiro o forcado da cara, seguindo-se os chamados ajudas, o primeiro e os segundo ajuda (os mais determinantes), em quinto o rabejador (o chamado "leme" do Grupo, que segura no rabo do toiro, procurando deter o avanço do animal e fixá-lo num determinado local para que quando os forcados o largarem este não invista sobre eles e normalmente, por espetáculo, costuma dar voltas com o animal) e finalmente os terceiros ajudas que também ajudam na pega. A pega só está consumada se o forcado da cara se mantiver seguro nos cornos do toiro e este seja detido e imobilizado pelos seus companheiros. Nas touradas em que os touros são lidados a pé não existe pega. Os Forcados nasceram por volta de 1836 quando a Rainha D. Maria II proibiu a morte dos toiros na arena, e havendo, assim, necessidade de terminar a lide dos cavaleiros com um qualquer gesto de domínio do homem sobre o animal. Antes de cumprirem essas funções os "Moços de Forcado" era os guarda reais durante as corridas de toiros, que impediam que o animal ou outras pessoa não autorizada subissem ao camarote real.

Património

Em França, as touradas foram consideradas como parte do Património Imaterial e Cultural francês. Madrid também declara as touradas como Património Imaterial e Cultural. Em Portugal, 32 Municípios declararam a Tauromaquia como Património Imaterial e Cultural, como por exemplo nas Autarquias de Sabugal (Guarda), Barrancos (Beja), Pombal (Leiria), Alter do Chão, Monforte e Fronteira (Portalegre), Azambuja , Coruche (Santarém) ou Graciosa (Açores), assim como a Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC), que inclui todo o distrito de Évora. Existe actualmente um projecto de elevar a Tauromaquia a Património da UNESCO, para além de um outro projecto que pretende elevador o tradicional "Forcão" (típico da região da Guarda, na Beira Alta) a Património Imaterial e Cultural da Humanidade.

Críticas

Os grupos de defesa de direitos animais e de bem-estar animal criticam as touradas por considerarem que consistem num ato injustificável de crueldade, que não se insere dentro das tradições humanistas.

Em Portugal, cinco autarquias posicionaram-se contra a realização de actividades tauromáquicas nos seus concelhos, Viana do Castelo, Braga, Cascais, Sintra e o presidente da câmara de Faro .

Em Espanha, também existem zonas estas estão proibidas. Em primeiro lugar foram as Ilhas Canárias, com a aprovação em 1991 da Lei de Proteção de Animais. Duas décadas depois, em Julho do 2010, o parlamento de Catalunha aprovou uma Iniciativa Legislativa Popular - que contou com 180 000 cidadãos - levando à proibição de qualquer prática de tourada, com a exeção dos Bous al Carrer.

Apesar do estatuto de Património Cultural e Imaterial em alguns municípios portugueses, um estudo académico realizado em 2007 pelo ISCTE, a pedido de uma associação de defesa dos direitos dos animais, mostra que 56,1% das pessoas inquiridas num inquérito de abrangência nacional responderam ser a favor de uma proibição legal das touradas.

No entanto o nº de Touradas, bem como de espectadores tem vindo aumentar todos os anos , especialmente no que concerne às corridas para beneficência social.



Cache by: Berlaita
GC4MC20

Espero que tenham gostado e até à próxima! 😄

quinta-feira, 23 de março de 2017

Listings: #2 MOINHO DE VENTO DO ESTEVAL

Olá pessoal! 😄
Vocês já devem ter passado por vários moinhos, e, talvez, alguns deles em estado de abandono. Felizmente há autarquias que restauram e reestruturam o seu património, dando-lhes nova vida e contando a sua história.

#02 MOINHO DE VENTO DO ESTEVAL

O Moinho de vento do Esteval, cuja construção data de 1826, localiza-se junto à Rotunda da Força Área, na freguesia de Montijo. Trata-se de um exemplo emblemático dos moinhos denominados do Sul de Portugal, com torre fixa e capelo rotativo.
No exterior do edifício, no topo da porta encontra-se um painel de azulejo representando a N. S.ª da Atalaia, símbolo das tradições religiosas do concelho. O Moinho do Esteval ou Moinho Velho funcionou até ao início do século XX. Foi reconstruído em 2000 sob a responsabilidade da Secção Portuguesa da Sociedade Internacional de Molinologia, ao abrigo do Programa de Renovação Urbana. A reconstrução respeitou a traça tradicional, mantendo o sistema de moagem em funcionamento.
O Moinho é caracterizado pela torre fixa em alvenaria de pedra cuja orientação é realizada por sarilho interior, é composto pela Torre, pelo Aparelho Motor Externo e pelo engenho de Moagem.
A Torre fixa é de uma sólida construção cilíndrica, ligeiramente cónica, com grossas paredes de pedra, é constituída por três pisos: o rés-do-chão, o soto e o sobrado. No sobrado localiza-se a moenda assente em vigas de madeira. No soto situa-se o urreiro. Os pisos superiores são servidos por um lanço de escadas em pedra, que se desenvolvem a partir do lado esquerdo da porta. A porta está orientada para Sul.
O Aparelho Motor Externo é composto pelo Capelo, pelo Mastro, pela Entrosga pelas Varas, Cordas e Velas. O capelo, a cobertura do moinho, tem a forma cónica constituída por uma estrutura radial em madeira forrada a chapa zincada pintada a negro.
Assenta no fechal de madeira cujas rodas encalham no fechal de pedra possuindo mobilidade rotacional. No topo do capelo foi colocado um cata-vento que se prolonga para o interior do moinho fazendo rodar um ponteiro que indica ao moleiro a direcção do vento. A entrosga está fixa ao mastro.
No topo do eixo vertical do moinho existe um carreto onde engrenam os dentes da entrosga, que fazem rodar o carreto.É assim que, a energia gerada no mastro pela acção do vento é captada pelas velas transmitindo movimento à mó. O moinho possui um casal de mós, sendo uma delas fixa e a outra móvel. O Mastro atravessa o edifício na diagonal e possui oito varas, quatro de velas e quatro de escotas.
Existem cinco mudas de velas: a vela, a meia vela, o velacho, o traquete e pontas. O moleiro abre as velas de acordo com o tipo de vento. O Engenho de Moagem é composto pelo Carreto, Veio, Casal de Mós, Tegão e Urreiro.

Cache by: zeganso
GC1ZTXZ

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segunda-feira, 20 de março de 2017

Listings: Quercus Suber

Olá pessoal! 😄
Para muitos de vocês, ao passarem por uma mata ou até por um simples parque, reparam que existem árvores, algumas delas diferentes. Mas não passam disso mesmo, árvores! Mas elas representam e simbolizam muito mais que isso. Têm mais importância do que pensam. 
E um sobreiro? O que é um sobreiro? Para que serve um sobreiro?

Quercus Suber





Em 2007 foi cunhada uma moeda comemorativa da presidência portuguesa do conselho da União Europeia, cujo tema principal é um sobreiro. Em 21 de Dezembro de 2011 a Assembleia da República aprovou um projecto de resolução que declarou o sobreiro como "árvore nacional".

O sobreiro, sobro, sobreira ou chaparro (Quercus suber) é uma árvore da família do carvalho, cultivada no sul da Europa e a partir da qual se extrai a cortiça. O sobreiro é, juntamente com o Pinheiro-bravo, a espécie de árvores mais predominante em Portugal, sendo mais comum no Alentejo litoral e serras Algarvias.
É devido à cortiça que o sobreiro tem sido cultivado desde tempos remotos. A extracção da cortiça não é (em termos gerais) prejudicial à árvore, uma vez que esta volta a produzir nova camada de "casca" (súber) com idêntica espessura a cada 9 - 10 anos, período após o qual é submetida a novo descortiçamento. O sobreiro também fazia parte da vegetação natural da Península Ibérica, sendo espontâneo em muitos locais de Portugal e Espanha, onde constituía, antes da acção do Homem, frondosas florestas em associação com outras espécies, nomeadamente do género Quercus.
A finalidade da cortiça é o fabrico de isolantes térmicos e sonoros de aplicação variada, mas especialmente na produção de rolhas para engarrafamento de vinhos e outros líquidos. Portugal é o maior produtor mundial de cortiça.
As folhas do sobreiro medem 2,5 a 10 cm por 1,2 a 6,5 cm, e são de cor verde escura e sem pelos. Têm forma denticular, uma nervura principal algo sinuosa e 5 a 8 pares de nervuras secundárias.
O fruto, como em outros carvalhos (Quercus spp.) é a bolota, também conhecida por lande ou ainda (mais correctamente) glande.
Distribui-se essencialmente pela Península Ibérica e por alguns locais mais húmidos do norte de África. Em Portugal predomina a sul do rio Tejo, surgindo naturalmente associado: ao pinheiro-bravo nos terrenos arenosos da Península de Setúbal, Vale do Sado e no barlavento algarvio; à azinheira (Quercus ilex) nalgumas regiões do interior alentejano, zona nascente da serra algarvia, Tejo Internacional e Douro Internacional; ao carvalho-cerquinho (Quercus faginea) na Estremadura, Alentejo Litoral e Monchique; ao carvalho-das-canárias (Quercus canariensis) na região de Odemira-Monchique; ao carvalho-negral (Quercus pyrenaica) em alguns pontos da Beira Interior e Alto Alentejo, como as Serras da Malcata, São Mamede e Ossa. Surge ainda em alguns pontos de clima atlântico com pluviosidades extremamente elevadas, como na Serra do Gerês, onde predomina nas encostas mais soalheiras.
O sobreiro é uma espécie que requer humidade e solos relativamente profundos e férteis, embora também tolere temperaturas altas e períodos secos de três a quatro meses, típicos do clima do sul de Portugal. Nas regiões a sul do Tejo o sobreiro comporta-se como uma espécie de folhagem persistente e possui folhas mais pequenas, rijas e escuras; quando surge nas regiões do norte do país, onde é menos frequente, tem um comportamento ligeiramente marcescente, e folhas maiores, mais finas e claras.
De uma forma geral, em Portugal o sobreiro predomina no Alentejo litoral, Península de Setúbal, Baixa Estremadura, serras algarvias (com excepção das regiões próximas do Guadiana) e parte do Ribatejo, tendo núcleos dispersos no resto do país.



Geocache by: FMBS
GC4YZHW

Espero que tenham gostado e até à próxima! 😄

quinta-feira, 16 de março de 2017

Moinhos de Maré do Barreiro

Olá Pessoal! 😄
O geocaching é uma maneira de ficar a conhecer a história dos locais e o património nacional. Muitos de vós já devem ter reparado que o abandono e a degradação são uma constante no nosso país. No Barreiro há vários exemplos disso, nomeadamente no que toca a antigas fábricas, edifícios históricos e, sobretudos, os moinhos de maré. Enquanto que os moinhos de vento têm sido restaurados e requalificados, os de maré, por sua vez, têm tido tristes dias e poucos lhes restam.



É o caso do Moinho de Maré Grande do Barreiro. No site da Câmara Municipal do Barreiro, a informação sobre o património da cidade é lamentavelmente escassa, o que obriga a uma busca sobre estes locais. 
Descobri este moinho e alguma da sua história através do Geocaching. Afinal não se trata apenas de encontrar tupperwares no mato. 
Este moinho foi edificado no século XVII e possuía 7 pares de mós. Acerca deste moinho não encontrei mais coisas, mas numa visita a um moinho de maré no Seixal, com o Viperbruno, fiquei a saber que os moinhos de maré só trabalham com a maré vazia e é a razão pela qual os moinhos se situam junto a rios. 



Os moinhos de maré são formados por uma caldeira que se enchia de água através da adufa (uma espécie de porta de água). Quando a maré enchia, a caldeira enchia-se de água e e fechando-se até a maré voltar a baixar. Quando a maré vazava abriam-se as passagens de água que faziam mover as moendas (ou pares de mós), que serviam sobretudo para o fabrico de farinha.



O Moinho de Maré Grande do Barreiro encontra-se actualmente neste estado, sobrando apenas as paredes e pouco mais.






Tal como o Moinho de Maré Grande, e ainda em pior estado, completamente em ruinas, encontra-se o Moinho de Maré do Cabo, também situado no Barreiro. Este moinho também só me foi possível a sua descoberta através do Geocaching.



O Moinho de Maré do Cabo foi edificado no século XVIII. Pertenceu a um titular, o 11º Marquês das minas, D. Alexandre da Silveira e Lorena, oficial da Casa Real, par do reino e engenheiro civil. Uma parte deste moinho moía trigo e cereais, por conta de José Pedro Maria da Costa, industrial de padaria na vila do Barreiro. A outra parte destinava-se ao descasque de arroz, por conta de Joaquim do Rosário Costa. Esteve em actividade até 1913.
De momento isto é o pouco que sobra deste moinho, apenas estas paredes e algumas saídas de água.




O património municipal deveria de ser uma prioridade para a autarquia, e não a criação de projectos que ficarão a meio.

Espero que tenham gostado e até à próxima!

Listings: Olá e até sempre, Senhor do Adeus!

Olá pessoal 😄
Andava eu a passear por Lisboa numa bela tarde de sol, quando abro o mapa do geocaching e vejo que caches há por perto. Por estar perto, abri esta e eis que me deparo com uma listing grande, mas muito interessante. Atravessei a estrada e entrei no centro da rotunda, se é que se lhe pode chamar de rotunda, e sentei-me junto ao senhor do adeus, e li esta história bastante interessante:



Olá e até sempre, Senhor do Adeus!


Embora o Saldanha seja uma praça emblemática de Lisboa, para além da própria estátua esta zona (bem como a Avenida Fontes Pereira de Melo) durante muitos anos conheceu também ela própria um outro símbolo: João Serra, mais conhecido pelos Lisboetas que ali passavam de noite, como o Homem que diz Adeus.

Sobre ele escreveu Sofia Jesus, no Diário de Notícias do dia 21 de Setembro de 2003:

"Quem não conhece o Homem que diz Adeus...

Para quem não o conhece, é imperativo passar no Saldanha por volta das 23h e desfrutar de um momento que já faz parte da "nossa" cidade! Como é possível um simples gesto proporcionar um momento, apesar de um pouco "estranho", agradável para quem passa... Afinal se não fossem estas "pequenas" diferenças, a vida seria sempre igual...O homem que diz adeus. É ele o homem que noite após noite acena aos carros que passam na Avenida Fontes Pereira de Melo, em Lisboa. É por ele que tocam as buzinas, que se atiram beijos e sorrisos, que se gritam «boas noites!» e «adeus!», numa «onda de comunicação» que já dura há três anos e que nem sequer ele sabe explicar muito bem como começou.

Numa cidade de estranhos em mundos fechados, este é o seu «milagre». E é também o seu remédio. Há quem lhe chame o «senhor do adeus». Mas «senhor» é coisa que detesta que lhe chamem.Aos 72 anos, João Paulo Serra tem a inocência de uma criança, o espírito de um jovem, mas o olhar nostálgico de um ancião que sente «ter aprendido com a vida tarde de mais». A sua roupa clássica e a ondulação do cabelo grisalho disfarçada com gel, dão-lhe um ar meio aristocrático, que já faz parte da paisagem do Saldanha. Todos o conhecem e quem trabalha nas redondezas sabe o seu percurso de cor.

«Chega por volta das onze, meia-noite... Começa pela zona do Monumental, vai descendo a rua até ao Marquês e depois sobe, parando sempre em pontos estratégicos. Nunca falha.» Arménio é chefe de mesa na marisqueira Maracanã e já lhe serviu alguns jantares. «É muito simpático. Quando passa aqui, acenamos-lhe pela janela. Só não sei: por que é que faz isto?»João começa por dizer que não sabe bem, mas, a pouco e pouco, interrompendo sempre para acenar, vai desvendando o mistério.

Tudo começou há três anos e meio, depois da morte da mãe, com quem vivia. Precisava de se distrair, incomodava-o a ideia de estar sozinho em casa. Um dia, aconteceu. Já reparara que as pessoas o cumprimentavam sem razão, nos centros comerciais e, sem saber como nem porquê, surgiu o primeiro aceno na estrada. Depois veio outro e outro, e o acaso virou fenómeno.
«No início era só rapaziada nova, mas depois contagiei todo o tipo de gente», explica sem esconder um certo orgulho.

Graças ao seu «milagre», já deu entrevistas para a televisão e para os jornais, apareceu em dois filmes e até num teledisco. «Sempre quis ser actor, mas nunca me deixaram...». Ou nunca teve coragem de tentar.Algumas dezenas de acenos mais tarde, já não é um João risonho e despreocupado, «com imensos amigos» com quem vai «ao teatro e ao cinema», que fala por detrás dos óculos de massa negra. Nos olhos cinzentos, estão duas lágrimas contidas. Pelo passado, pelo presente e por um futuro que não chega.

Com um raciocínio de fazer inveja aos mais novos, o louco, o excêntrico, transforma-se lentamente num avô contador de histórias, que lê Agatha Christie para combater o medo ao andar de avião, que não tem telemóvel porque detesta máquinas e que não vê televisão.João nasceu no seio de uma família muito rica. Até aos dez anos, viveu num enorme palacete da Tomás Ribeiro, cobiçado mesmo pelo próprio Gulbenkian. «Que saudades tenho desse tempo... A casa estava sempre cheia de família e amigos...».

Mimado desde bebé, fez a instrução primária toda em casa, com um professor particular, pois no primeiro dia de aulas no Colégio Parisiense chorou tanto, que os pais não tiveram coragem de o mandar de volta. «Fui criado numa redoma de vidro», confessa, explicando:«Naquela época era tudo muito diferente, havia muitos tabus.» Depois do divórcio dos seus progenitores, quando tinha 13 anos, João foi morar para o Restelo com o pai. Por ele, inscreveu-se em Direito, mas depressa desistiu, «era muito chato». Depois de uma igualmente curta passagem pelo curso de Histórico-Filosóficas, o pai, «que não sabia o que fazer» com ele, mandou-o para Londres, com o irmão.
«Foram três anos fantásticos. Tinha um grupo de amigos fabuloso, com quem viajei imenso.
Teria lá ficado, se não fosse tão agarrado à família...» Sem quase pôr os pés nas aulas, regressou a Portugal e, depois da morte do pai, pouco tempo depois, foi morar com a mãe, de quem não se separou até ao último dia da sua vida. «Viajámos muito os dois. Todos os anos íamos a Paris e Madrid. Conheço a Europa inteira, excepto a Grécia...» E o olhar perde-se num momento só dele, como se pensasse alto. Quando a mãe morreu, «ficou desasado». E talvez por isso esteja todas as noites a «comunicar».

Admite que o que faz «não é muito normal», mas não passa sem isso. É o remédio que lhe permite disfarçar a solidão que o consome e o faz olhar para o passado com arrependimento, por não ter ousado viver a sua vida em vez da dos outros.«Às vezes penso que foi tudo inútil...»
No baú dos sonhos perdidos, jaz o curso que não tirou, o trabalho que nunca fez, os filhos que não teve e, pior, o grande amor que nunca conheceu. «Sinto-me só. Incompleto. Como se algo estivesse a falhar.»
E assim lacrimeja quando vê um casal idoso de mãos dadas, ou quando dois rapazes, que diz «reconhecer do subconsciente», param o jipe para tirar uma fotografia com ele. «Encontramos-nos no céu», repete, aludindo ao que um diplomata ucraniano lhe disse uma vez.

O homem do lixo atira-lhe o derradeiro aceno da noite... "

Quando questionado, facilmente definia a solidão:
"Essa senhora é uma malvada, que me persegue por entre as paredes vazias da casa. Para lhe escapar, venho para aqui. Acenar é a minha forma de comunicar, de sentir gente", disse numa entrevista à revista "Única", do Expresso.
"Venho para a Praça Duque de Saldanha desde que fiquei nas mãos de não ter ninguém. (...) Estou sujeito a que me chamem maluco, mas não me importo. Da minha solidão sei eu", acrescentava.
João Manuel Serra era também um amante de cinema. E todos os domingos ia ao El Corte Inglês assistir a um filme na companhia de Filipe Melo, músico de jazz e realizador, e Tiago Carvalho, fazendo posteriormente um comentário do filme no blogue "O Senhor do Adeus".

João Manuel Serra, o "Senhor do Adeus", "deixou de nos acenar" aos 79 anos, deixando Lisboa a recordar com saudade esse seu tão simples, mas tão terno gesto!

Cache by: Team Marretas
GC3D79B

Espero que tenham gostado e até à próxima! 😄


domingo, 12 de março de 2017

Listings: Anta da Candeeira - Redondo

Olá pessoal! 😄
Como já vos disse, o Geocaching é uma maneira de ficar a conhecer a história de certos locais. Deste modo, criei esta pequena rubrica de listings onde vou copiar as descrições das geocaches, aquelas que mais me gostei, que mais me instruíram e que mais me deram prazer de ler. Eis a primeira!



Anta da Candeeira - Redondo

- Arqueologia

- Monumento funerário

- Neolítico

- IV/III milénio a.C.

Monumento megalítico que apresenta uma câmara poligonal, ainda com tampa; o enigmático orifício no esteio de cabeceira, designado usualmente de “buraco da Alma”, estará certamente relacionada com outras utilizações do monumento que não a original. Esta característica deve, no entanto, associar-se a uma reutilização tardia do monumento, possivelmente pela importante comunidade eremítica da Serra d’Ossa.

Está classificado como Monumento Nacional, segundo DG 136 de 23-06-1910.

A freguesia de Redondo é particularmente rica em vestígios de ocupações passadas, que podemos remontar a vários milhares de anos atrás.

Destas, as construções megalíticas, mais conhecidas por Antas, constituem, Hoje como Ontem, uma das mais expressivas marcas humanas na paisagem local e regional.

Foram identificados cerca de 50 monumentos deste tipo em toda a freguesia, a maioria dos quais conhecidos das populações locais, que os povoa de mitos e lendas, integrando-os na paisagem humana actual.

Na realidade, as antas são construções humanas, dos IV e IIIº milénio antes de Cristo, destinadas a sepultar os mortos; eram normalmente constituídas por uma edificação em pedra, com um corredor e uma câmara sepulcral, que hoje se conserva de modo diverso, que eram cobertos com uma grande camada de terra e pedra, formando uma pequena elevação, raramente conservada hoje em dia. Desde o século XVI que são conhecidos relatos destes monumentos no Redondo, destacando-se de entre todos a Anta da Candeeira, que viria a ser visitada no final século XIX pelo ilustre arqueólogo francês Émile Cartailhac, após ter sido dada a conhecer por Gabriel Pereira, que também noticiou a existência da Antas da Vidigueira e do Colmeeiro.






Ao visitar esta cache visitei também pela primeira vez uma anta. Sim, eu nunca tinha visto uma anta de perto. A pergunta que me coloquei logo de inicio foi: como é que os nossos antepassados conseguiam construir uma anta? Como conseguiam eles carregar aquelas pedras, que devem pesar toneladas, e edifica-las daquela forma? Tudo isto construído à mão? 
Neste dia, que ainda me ocorre alguma coisa na memória, dei um passeio bastante agradável pelos arredores da vila de Redondo, de onde a minha família é natural. É um passeio bastante agradável, pelo campo. Para quem mora na cidade, é sempre uma excelente escapatória para um belo descanso. Além do mais, é sempre bom ficar a conhecer o muito que o nosso país tem para nos dar, conhecer cada vila, que tem a sua história para contar e o seu património para nos mostrar. Conhecer a fauna e flora existentes. Descobrir novos recantos e novas histórias.


Geocache by: rbap2231
GC2V0R1

Espero que tenham gostado. A durabilidade do blog depende de vós.
Até à próxima! 😄

sábado, 11 de março de 2017

Geocoins e Trackables

- Portugal Campeão Europeu - PC8PR8
- A Sardinha Portuguesa! - PC711D
- Trackables à Solta - PCVG69
- Liga dos Combatentes - PCN4R8
- É ma guitarra portuguesa, com certeza - PCEQTV
- Eurovision Song Contest - Cyber Trackable - PCJNB7
- Paige - Norte ou Sul? - PC4BAJ
- Lisbon AdvenTour 2017 Trackable - LXY7VF
- Trackables à Solta 2017! - PC0QKQ
- Geocaching Monsanto - GMKNV7
- Bocage ConVida - BCW0M8
- geopt.org Traveller - PTJ63F

Geocaching





Muitos dos meus amigos muggles perguntam constantemente: "mas o que é o geocaching? Qual é o sentido disso? Qual é o objectivo?". Então vamos lá explicar o que é o Geocaching.
O Geocaching é um jogo a nivel mundial, em que o objectivo é encontrar uma caixa escondida algures. Ao encontrar a caixinha escrevemos o nosso nickname e voltamos a deixar a caixa no sitio. No caso das caches que contém brindes para troca, deixamos sempre algo de valo igual, ou superior ao objecto que tiramos.





Cada um de nós tem a nossa visão do jogo: há quem encontre caches pela competição e para encontrarem um maior número de caches possíveis. A meu ver, o mais importante é a diversão, o convívio, o conhecimento que se adquire através deste desporto, o viajar e conhecer locais fantásticos mesmo juntinho a nós e que de outra maneira seria-nos impossível descobrir. Este sim é o significado do geocaching.




Ao encontrarem uma cache, suponhamos, junto a uma biblioteca. Podem ficar a conhecer toda a história dessa biblioteca, o que era antes de ser uma biblioteca, como surgiu o projecto, etc. Caches em matas e o meio da natureza proporcionam uma excelente caminhada, pontos de observação fantásticos e interessantes, criar uma história para mais tarde contarem num evento de geocaching ou numa simples conversa de café:

- Zé! Estava a fazer geocaching e tropecei numa toca de coelho e esbardalhei-me toda em cima das silvas.

(sim, aconteceu-me mesmo...)





São estes momentos deliciosos que trazem a felicidade a um geocacher. Se têm curiosidade (como muitos muggles já mo demonstraram) então experimentem. O que têm a perder? Só se for tempo, porque de resto, garanto-vos, que só ficam a ganhar.

Por agora fico por aqui... mais está para vir 😝


Introdução

Olá pessoal! 😄
Como estão?
Este blog foi sugerido pelo meu grande amigo Ricardo Nunes (Aka RickNunes13) e muitos de vocês apoiaram a ideia.
O objectivo é partilhar convosco as minhas, ou até mesmo nossas, aventuras de geocaching; partilhar fotografias, vídeos, momentos, etc.
Além do mais podem seguir o canal de youtube, onde irei publicar alguns vloggs destas experiências.
Para subscreverem cliquem ➜aqui.

Aqui as vossas opiniões também contam, por isso sintam-se livres de comentar, partilhar experiências, opiniões ou o que quiserem.
Até à vista!

sexta-feira, 10 de março de 2017

A Minha Playlist

Certamente não sou só eu que oiço música enquanto cacha. Então deixo-vos a minha playlist, para o caso de precisarem de ideias ;)

A Day To Remember - All I Want
A Day To Remember - All Signs Point to Lauderdale
A Day To Remember - Bullfight
A Day To Remember - Have Faith In Me
A Day To Remember - Paranoia
Anouk - Nobody's Wife
Barei - Say Yay!
CFO$ - Celtic Invasion
CFO$ - Stars In The Night
Coldplay - Paradise
Coldplay - Viva La Vida
ELLA NOR - Não Dá Mais
ELLA NOR - Strong For Too Long
Emarosa - A Toast To The Future Kids!
Emarosa - But You Won't Love A Ghost
Emarosa - Mad
Emarosa - Miracle
Emarosa - People Like Me, We Just Don't Play
Emarosa - Porcelain
Garmarna - Gamen
Greta Salóme - Hear Them Calling
Imagine Dragons - Warriors
Iron Maiden - Death Or Glory
Iron Maiden - If Eternity Should Fail
Iron Maiden - Speed Of Light
Iron Maiden - Tears Of A Clown
Iron Maiden - The Book Of Souls
Ivan - Help You Fly
Jamala - 1944
Katy Perry - Dark Horse
Katy Perry - Firework
Laura Tesoro - What's The Preassure?
Linkin Park - Faint
Madonna - Girl Gone Wild
Minus One - Alter Ego
Minus One - Save Me
Morland - No Firewall
Nickelback - Burn It To The Ground
Nina Sublatti - Easy
Nina Sublatti - Locked Box
Nina Sublatti - Warrior
Poli Genova - If Love Was A Crime
Sebalter - Hunter of Stars